Divaldo Pereira Franco – O Apóstolo da Paz

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Divaldo Pereira Franco é um verdadeiro apóstolo do Espiritismo: Dos seus oitenta e seis anos, sessenta e cinco foram devotados à causa espírita e às crianças excluídas que vivem na periferia de Salvador.

Divaldo nasceu em 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, Bahia, e desde a infância se comunica com os espíritos.

Reconhecido como uma das maiores personalidades da atualidade, o médium Divaldo Franco é um semeador da doutrina espírita nas andanças que faz pelo mundo afora, propagando o teor evangélico do espiritismo por onde for.

Orador com mais de 13.000 conferências proferidas, em 64 países dos cinco continentes, Divaldo está novamente de malas prontas, levando em sua bagagem o Espiritismo para 8 países da Europa no mês em que completa 86 anos de idade terrena.

Como médium publicou 250 livros, alcançando a tiragem de 8 milhões de exemplares vendidos, sendo que neles se apresentam 211 autores espirituais, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, na religião e na filosofia universal. Suas obras foram traduzidas para 16 idiomas incluindo o Braille (alemão, albanês, catalão, espanhol, esperanto, francês, holandês, húngaro, inglês, italiano, norueguês, polonês, tcheco, turco e sueco).

Muito jovem iniciou sua tarefa de psicografia, mas, só em 1964 um espírito que se apresentava com o nome de Joana de Angelis, começou a selecionar várias mensagens e juntos publicam o primeiro livro psicografado por Divaldo Franco: “Messe de Amor, do espirito Joana de Angelis”. Desde então, o espírito de Joana de Angelis torna-se responsável pela plêiade de espíritos que se comunicam através do médium Divaldo Pereira Franco.

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A temática dos livros psicografados e publicados por Divaldo Franco acolhe diversos gêneros literários, como a prosa, romances, narrativas, etc., abordando temas filosóficos, doutrinários, históricos, infantis, psicológicos e psiquiátricos.

Nessas obras psicografadas, além de Joana de Angelis, autores espirituais como  Manuel Philomeno de Miranda, Victor Hugo, Amília Rodrigues, Ignotas, Vianna de Carvalho, Carlos Torres de Pastorino, Bezerra de Menezes, Rabindranh Tagore, João Clèofas, Eros e Simbá, entre centenas de outros, nos trazem informações de todas as idades da humanidade.

Quem já esteve na presença desta figura ímpar, sabe que se trata de um educador e pacifista de todas as idades da alma. Realmente é digno de ser chamado de “O Semeador de Estrelas” como bem o descreve Suely Caldas Schubert, em um dos vários livros  sobre a vida de Divaldo Franco.

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Sua vitalidade, sua inteligência e sua capacidade psicofônica são impressionantes e não há quem não se convença de suas capacidades mediúnicas. Certamente Divaldo Franco tornou-se um fenômeno a ser entendido que exigirá estudo. Mesmo não sendo poliglota fala  e psicografa em vários idiomas quando mediunizado e consegue  palestrar por horas a fio sem sequer tomar um copo de água, e isso, aos 85 anos de idade.

Por meio das obras de  Joana de Angelis ,Divaldo alcançou o reconhecimento não apenas dos religiosos e espiritualistas, mas, também de outras linhas do conhecimento como psicologia e parapsicologia e, por tudo isso, suas contribuições são sempre respaldadas no meio espírita.

Recentemente em seu DVD “As Vidas de Joanna de Angelis”, o autor revela fatos surpreendentes. Entre eles consta que Joana Darc, a jovem médium francesa que aos 13 anos de idade “ouvia vozes divinas” e instruída por elas pôs fim a guerra de 100 anos entre França e Inglaterra, seria ela a reencarnação de Judas de Kerioth, o apóstolo que entregara Jesus aos seus algozes e que, na encarnação de Joana, quitava seus débitos com sua vida pregressa quando foi queimada viva em 30 de maio de 1431, com apenas dezenove anos.

Sabemos que a melhor maneira de prestar uma homenagem a quem admiramos é através de uma prece sincera, para que o espírito no qual nos espelhamos seja fortalecido e que se livre da vaidade humana. Mas como homenagear um médium feito Divaldo Franco que foi escolhido por Joana de Angelis e outros tantos espíritos para transmitir ao mundo os conhecimentos que nem o próprio Divaldo possuía? Talvez se o comparássemos a um piano, onde a beleza e a sincronia da melodia que emite, não dependem exclusivamente da habilidade de quem o toca, mas também do instrumento que oferece tão perfeita afinação.

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Vale a pena conhecer, aprender  e se surpreender com este cidadão do mundo e apóstolo da paz. Feliz Aniversário querido Divaldo Pereira Franco!

 

Fonte:

www.divaldofranco.com      

http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/divaldo-pereira-franco-esta-completando-85-anos-de-idade-parabens?xg_source=activity      

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Jesus Nosso Amigo e As Influências Espirituais

Amigo é alguém precioso que passa em nossas vidas como uma brisa suave e, até mesmo, quando examinamos a vida de pessoas que se destacaram no mundo, encontraremos o mesmo gesto companheiro de mãos amigas e suaves a lhes doar o mais doce e puro sentimento, a amizade.

Ao lembrar a história do Apóstolo dos Gentios, Paulo de Tarso, nos deparamos com a figura de Gamaliel, seu mestre e bondoso amigo, que o acolheu logo após a visão gloriosa ocorrida em Damasco, aconselhando-o a retirar-se para meditação e amadurecimento espiritual.

Na mesma época também vivia Ananias, um cristão convicto que era alvo das perseguições de Paulo; até que lhe devolve a visão e lhe dá os primeiros fragmentos evangélicos para que os copie e os estude, e, por fim, transformem a sua vida. Também podemos citar Lucas, o evangelista, outro amigo que se torna esteio moral e físico nos anos finais da vida de Paulo de Tarso.

Assim não há como negar que um amigo é uma parcela do amor de Deus que se expressa na forma humana sobre a face da terra e, acima de tudo, não podemos nos esquecer de um amigo incomparável que se chama Jesus de Nazaré.

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O Cristo é certamente um amigo à parte, de forma que nenhum outro pode Lhe ser semelhante, já que, se os amigos terrenos lançam raízes nos corações, acima de todos eles, o Cristo semeia o amor no coração da humanidade e, assim, impera de forma inquestionável e eterna.
Há vários relatos em que Jesus mencionava a palavra “amigo”, dando-nos a real ideia de que Ele era um amigo especial. Cito dois exemplos em especial: o de Lázaro, amigo por quem Jesus chorou ao lhe saber morto e de Judas, o amigo que o traiu.
Em João (Cap. 11, vers. de 1 a 46) veremos a narrativa do evangelista sobre a ressureição de Lázaro que era um amigo amado pelo Nazareno; Temos no versículo 11, o seguinte comentário de Jesus (…) “nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo.” Logo adiante nos versículos 35 e 36 veremos a reação de Jesus diante da notícia de que Lázaro já estava sepultado faziam 4 dias: (…) “e perguntou: Onde o sepulteis? Eles Lhe responderam: Senhor, vem e vê! E Jesus chorou…”
Já sobre a traição de Judas, mais de dois mil anos após o ocorrido, nos chegam notícias de que ao dizer para o amigo: (…)” O que pretendes fazer, faze-o depressa! (João 13 vers.27) Jesus estava dando  a Judas  a última chance para resistir a tentação, olhando-o ternamente nos olhos e chamando-o de amigo pela última vez.
Jesus não se preocupou em ter amigos, mas sim em ser amigo e prova disso foi que mesmo sendo negado por um amigo, traído por outro e praticamente abandonado por todos os demais; não se perturbou nem mesmo pregado na infame cruz. Antes, rogou ao Pai Celestial que os perdoasse porque não sabiam o que de fato estavam fazendo a si próprios.
Através da psicografia de Chico Xavier, sabemos hoje, que o primeiro ato de Jesus ao romper os laços da carne, não foi o de consolar a Sua Mãe  Maria diante da cruz, mas sim, o de descer ao “mundo dos mortos” para consolar Judas que havia cometido o ato impensado, dando-nos a lição inesquecível da caridade que devemos ter para com os amigos decaídos.
Igualmente, Jesus apareceu várias vezes a Pedro  que O negara, sempre consolando e servindo de inspiração e também aos demais Apóstolos, de forma que O vendo “vivo”, após a morte do corpo, pudessem se perdoar pelo que haviam feito.
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Então, ao compreendermos esse grande exemplo de amor ao próximo vivificados na passagem terrena de Jesus, aprendemos que ser um amigo na vida de alguém é ser como o Cristo nos ensinou a ser: Indulgentes, caridosos e fiéis.

Com o testemunho desses belos exemplos  de amizade, lembrando que um amigo é sempre alguém com quem temos afinidades e não raro são espíritos com os quais já convivemos em outras vidas e que nos são familiares.

Como diz no Evangelho Segundo o Espiritismo (…) “É natural a aproximação de espíritos que possuam afinidades em comum, seja na terra ou no mundo espiritual”. Sabendo que nada é por acaso, torna-se claro deduzir o porquê de amigos tão especiais que surgem como verdadeiros anjos que nos apoiam nos momentos mais difíceis. Vale comentar que os nossos amigos, encarnados ou não, estão ligados a nós pela lei das afinidades. Lendo o Evangelho Segundo O Espiritismo no cap.IV, parte final do ítem18 (…) “duráveis somente as afeições espirituais; as de natureza carnal se extinguem com a causa que lhes deu origem…”

Assim, concluímos que os bons têm afinidades com os bons e os maus com os maus.

Nascemos nas famílias que precisamos nascer e atraímos os amigos que merecemos. Mesmo assim, somo abençoados com a companhia infindável de Jesus, pois Ele sempre está conosco, independente de Lhe sentirmos a influência divina.

Grupo de Estudo e Pesquisa da Ordem Fraternidade Luz e Fé – FLF (abril – 2013)

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