José Herculano Pires – O Grande Escritor Espírita Brasileiro

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Quando pesquisamos no Google sobre a história do espiritismo, encontramos inúmeros exemplos do trabalho incansável de homens e mulheres que ajudaram a construir a base sólida que levou a concretização da doutrina espírita no Brasil.

Nomes como Bezerra de Meneses, Batuíra, Anália Franco, Edgard Armond, Francisco Cândido Xavier e Divaldo Franco são exemplos dessas personalidades que ao longo dos séculos ascenderam os lumes do conhecimento que iluminaram a realidade espiritual e a grandeza da alma humana.

Neste mesmo patamar ressaltamos a obra de José Herculano Pires, estudioso e filósofo do espiritismo, considerado na atualidade como um dos mais representativos escritores espíritas brasileiros. Pesquisador e tradutor da obra de Allan Kardec, sua erudição buscava a luz do conhecimento em várias vertentes filosóficas, científicas e religiosas.

O menino Herculano nasceu na cidade de Avaré, no interior de São Paulo em 25 de setembro de 1914 e teve a sua infância entre os frascos de remédios da farmácia do pai, o senhor José Pires Correia e a erudição musical de sua mãe, a pianista Bonina Amaral Simonetti Pires.

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Desde cedo revelou a sua vocação literária e já aos 9 anos de idade escreveu o seu primeiro soneto sobre o Largo São João, da sua cidade natal. Aos 16 anos publicou seu primeiro livro, “Sonhos Azuis” (contos), e aos 18 anos o segundo livro, “Coração” (poemas livres e sonetos).

Como escritor, José Herculano Pires, produziu uma obra extensa. Foram mais de oitenta livros e muitos deles em parceria com Chico Xavier. Inicialmente buscou respostas de seus questionamentos na Doutrina Teosófica de Helena Petrovna Blavatiski, mas foi no espiritismo que encontrou amparo às réplicas que tanto procurava.

Professor graduado em Filosofia pela USP em 1958 publicou uma tese existencial: “O Ser e a Serenidade” e foi membro titular do Instituto Brasileiro de Filosofia onde lecionou psicologia.  Em 1957 a 1959 foi presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e em 1964 ocupou a Cadeira “Cornélio Pires” na Academia Paulista de Jornalismo.

Defensor convicto da doutrina espírita era um crítico contumaz aos chamados erros doutrinário, principalmente aqueles oriundos de órgãos como as Federações e dentro do movimento espírita criticava a prática da aplicação inadequada da mediunidade, bem como, a reforma íntima aplicada de forma errônea.

Quando publicou o livro “A Pedra e o Joio” criticou abertamente as teorias científicas equivocadas que muitos espíritas defendiam sem estar alicerçados a uma base sólida. Para ele, a codificação de Kardec era o fundamento de todo o pensamento espírita. E ao invés de dogmatizar esse conhecimento, José Herculano primava pelo diálogo entre o espiritismo e as diversas linhas do pensamento da pesquisa psíquica.

A pedagogia da educação era uma inesgotável fonte de estudos e dedicação. De acordo com os seus escritos, “o educador era mais do que somente um professor; era uma pessoa que decodificava o ser humano de forma ampla, antevendo seus potenciais e suas energias encarnatórias”. Através de seus estudos e pesquisas, Herculano concluiu que “a base para a verdadeira educação deveria ativar a consciência formada no espírito encarnado para que se eleve o nível de consciência e a formação dos espíritos envolvidos no aprendizado”. Em suma: “O verdadeiro educador pratica o amor ao próximo, atingindo o lado mais oculto do ser”.

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Herculano acreditava que a educação do espírito não deveria se restringir somente ao ambiente escolar, mas sim transpor os muros das escolas, a fim de atingir o espírito humano como um todo, nessa e em outras vidas. O espiritismo é exposto na obra pedagógica desse autor como uma doutrina que une três fatores fundamentais: a ciência, a filosofia e a religião, unificando o conhecimento, indo de um extremo ao outro da existência humana.

O trabalho desse grande estudioso e filósofo do espiritismo chama a atenção para o entendimento do ser espiritual. Para ele, o nascer, a existência encarnada e a morte do corpo material, propiciavam a elevação do ser humano através da superação de suas limitações. Em sua obra José Herculano Pires conclama todos os espíritos a construírem uma sociedade alicerçada no amor ao próximo e no ideal de paz e harmonia, por meio da razão, da solidariedade e da conscientização divina.

Em 3 de setembro de 1979, desencarna em São Paulo José Herculano Pires, deixando uma obra que servirá de inspiração a todos aqueles que buscam no espiritismo seu verdadeiro potencial de esclarecimento através dos mais elevados valores humanos e espíritas.

Revista Espiritismo e Ciência – Grandes Nomes do Espiritismo
http://espiritismoemestudo.blogspot.com.br/2007/06/biografia-do-prof-jos-herculano-pires.html
http://www.espiritismobrasil.com/biografias/jose-herculano-pires-biografia/
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O Primeiro Centro Espírita do Brasil e o seu Criador Telles de Menezes

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Após 8 anos do lançamento do Livro dos Espíritos, em 17 de setembro de 1865, foi fundado em Salvador o Grupo Familiar de Espiritismo por Luiz Olympio Telles de Menezes – primeiro Centro Espírita do Brasil. Além da disseminação dos ensinamentos espíritas, o Grupo também dedicava-se à caridade, ajudando os mais necessitados.

É interessante destacar que durante o primeiro dia de abertura do Centro, durante uma sessão mediúnica, o Grupo recebeu a primeira mensagem dos espíritos através de uma mensagem psicografada, cuja mensagem fora assinada pelo espírito chamado de Anjo Brasil.

Assim que soube da existência do Centro Espírita a Igreja Católica atacou imediatamente. O Arcebispo da Bahia e Primaz do Brasil, Dom Manoel Joaquim da Silveira apresentou o Espiritismo para a sociedade como sendo um atentando formal contra a verdade Católica e que a doutrina, por contrariar a religião do Estado, era também contra o Estado.

Luiz Olympio, em defesa da Doutrina, imediatamente escreveu uma carta aberta afirmando que “O Espiritismo tem de passar por provas rudes e nelas Deus reconhecerá sua coragem, sua firmeza e sua perseverança. Os que se ausentam por um simples temor ou por uma decepção, assemelham-se a soldados que somente são corajosos em tempos de paz, mas que, ao primeiro tiro, abandonam as armas”.

Cabe aqui um relato maior sobre Luiz Olympio Telles de Menezes, pois, além de ter fundado o primeiro Centro Espírita do Brasil, foi ele também o responsável pelo primeiro veículo informativo da Doutrina Espírita: o jornal “O Echo D´Alêm-Tumulo”. O jornal teve a sua primeira publicação em julho de 1869 e, em novembro do mesmo ano, foi traduzido e publicado na Revista Espírita (criada por Alan Kardec).

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A matéria destinada ao jornal brasileiro é introduzida pelo seguinte trecho:

“O Eco de Além-Túmulo aparece seis vezes por ano, em cadernos de 56 páginas in-4o, sob a direção do Sr. Luiz Olympio Telles de Menezes, ao qual nos apressamos imediatamente a endereçar vivas felicitações, pela iniciativa corajosa de que nos dá prova. Com efeito, é preciso grande coragem de opinião para criar num país refratário como o Brasil um órgão destinado a popularizar os nossos ensinamentos. A clareza e a concisão do estilo, a elevação dos sentimentos ali expressos, são para nós uma garantia do sucesso dessa nova publicação. A introdução e a análise que o Sr. Luiz Olympio faz, do modo pelo qual os Espíritos nos revelaram a sua existência, pareceram-nos bastante satisfatórias. Outras passagens, referindo-se mais especialmente à questão religiosa, dão-nos ocasião para algumas reflexões críticas.”

Luiz Olympio fez de “O Echo D´Além-Túmulo” um instrumento para melhor defender e propagar a Doutrina Espírita, após ser profundamente atacado pela imprensa e Igreja Católica da Bahia. Tal fato pode ser comprovado na passagem apresentada a seguir (extraída da primeira edição de seu jornal):

“A idéia do Espiritismo não foi concebida por ninguém; consequentemente, ninguém é o seu autor. Se os Espíritos não se tivessem manifestado espontaneamente, por certo o Espiritismo não existiria. Portanto, o Espiritismo é uma questão de fato, e não de opinião, não podendo as denegações da incredulidade prevalecerem contra esse fato. A rapidez de sua propagação prova exuberantemente que se trata de uma grande verdade que, necessariamente, há de triunfar de todas as oposições e de todos os sarcasmos humanos; e isso não é difícil de demonstrar, se observarmos que o Espiritismo faz os seus adeptos principalmente na classe esclarecida da sociedade.”

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Telles de Menezes também foi um dos defensores da libertação dos escravos. A cada assinatura vendida de “O Echo D’Além-Túmulo”, parte do dinheiro era destinada à compra da libertação de negros e escravos na Bahia. Esta ação muito tem a ver com os ensinamentos de Jesus Cristo, os quais propõem a vivência da fraternidade entre os povos para que todas convivam em harmonia.

Há poucos registros encontrados sobre a vida deste espírito de luz durante a sua vida terrena. Porém, o pouco do que se tem divulgado deixa claro que Luiz Olympio teve muita importância para a disseminação do Espiritismo no Brasil.

Fontes:
http://espiritismoconquista.blogspot.com.br/p/o-primeiro-centro-espirita-do-brasil.html
http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/fundador-do-primeiro-centr-espirita-do-brasil-o-legado-de-luiz-ol
http://www.ceismael.com.br/artigo/origens-do-espiritismo-brasil.htm
http://www.searabendita.org.br/site/detalhe.php?codigo=124
http://livrariaflamarion.com.br/Espiritualismo/Allan%20Kardec/Revista%20Espirita/AK1869.pdf
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Tudo Posso, Quando Quero – A História da Mansão do Caminho

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Segundo registros encontrados na Federação Espirita Brasileira, o espiritismo aportou no Brasil no ano de 1865, com a fundação do “Grupo Familiar de Espiritismo”, reconhecido como a primeira sociedade espírita do Brasil, localizada em Salvador, Bahia.

Fazendo um comparativo cronológico com a data da publicação do Livro dos Espíritos (primeiro livro espírita) que teve sua primeira edição em Paris, França, no ano de 1857, podemos observar que num período de apenas oitos anos depois já seria inaugurada no Brasil a primeira casa espírita.

Avançando nesta linha do tempo até os dias de hoje, chegaremos à conclusão de que o espiritismo encontrou em terras brasileiras o solo fértil que necessitava para aprofundar raízes a fim de frutificar sua doutrina através de obras beneficentes em prol da humanidade.

Um desses exemplos é a história de vida do renomado educador e orador espírita Divaldo Franco (1927), que aos vinte anos de idade, juntamente com outros abnegados, fundaram no mês de setembro de 1947, o Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.

Se pudermos qualificar uma das atividades desta casa espírita como a mais especial, lancemos uma luz sobre a atividade de assistência a crianças órfãs da Mansão do Caminho (O nome mansão é por que havia no local um casarão muito belo, de uma tradicional família baiana, que com muitas dificuldades financeiras teve que vendê-lo).

Já nesta ocasião foram transferidos para este novo local 58 órfãos que eram mantidos na antiga sede. O terreno era agreste e não havia infraestrutura no local. Tudo teve que ser construído: estradas, acessos, hortas, prédios, casas para os órfãos, etc.

Mas a Mansão do Caminho não era um orfanato comum. Tinha uma proposta pedagógica mais completa: Educar crianças. A experiência iniciou com a ideia dos lares substitutos. Ou seja, fazer com que a criança órfã e necessitada se sentisse num lar convencional, tentando reproduzir essas condições, especialmente no aspecto afetivo e moral.

Assim, durante 40 anos a entidade atendeu, criou e educou cerca de 615 crianças e jovens, até a sua emancipação.

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A partir de 1987 o projeto Mansão do Caminho cresceu, substituindo os lares por um completo sistema educacional que hoje abrange:

  • Creche A Manjedoura, com 150 assistidos em convênio municipal;
  • Escola de Educação Infantil Alvorada Nova, com 150 alunos no pré-escolar em período integral;
  • Escola de Primeiro Grau Jesus Cristo, com 1012 alunos, da 1ª a 8ª serie, convênio estadual;
  • Centro de Arte e Educação Integral Ana Franco, uma proposta para oferecer a adolescentes: esporte, teatro, dança, coral e grupos vocais, cerâmica, pintura, violão, flauta doce, corte e costura, cabeleireiro;
  • Curso de informática e manutenção de computadores para 540 jovens;
  • Policlínica que atende a toda a comunidade do bairro Pau de Lima.

Hoje, o nome Mansão do Caminho confunde-se com a Casa Espírita Caminho da Redenção, tal o alcance comunitário do trabalho, beneficiando a milhares de famílias carentes, crianças, jovens e idosos. E atualmente, neste enorme terreno de 78.000 m2 podemos vislumbrar mais de 50 edificações, entre ruas, bosque e lago, uma diretoria para administrar todo o complexo, 200 funcionários e 400 voluntários permanentes.

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É possível visitar a Mansão do Caminho, agendando visita com atendentes especialmente preparados para apresentar todo o complexo. Veja mais informações em www.mansaodocaminho.com.br.

Ao contemplarmos toda essa obra, realizada por estes abnegados irmãos planetários, lembramo-nos de uma frase ditada pela venerável Joanna de Angelis e psicografado por Divaldo Franco: “Tudo posso, quando quero”.

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A História do Brasil Contada do Além

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História é uma palavra com origem no termo grego antigo que significa “conhecimento advindo da investigação”. Ou seja, a História é uma ciência que estuda o homem e a sua ação no tempo e no espaço, mas sempre baseada em provas materiais.

Porém no espiritismo apreendemos a conhecer a história observada pelo ponto de vista espiritual, tendo em vista que grande parte dos acontecimentos registrados no mundo físico tem suas origens no mundo espiritual.

Desta forma, através de obras psicografadas por mãos abençoadas de médiuns de extrema confiança, aprendemos sobre o lado imaterial que a história nos conta e que está intimamente associada aos desejos das entidades superiores que comandam nosso planeta.

Lamentavelmente pouquíssimas pessoas conhecem a história espiritual que existe por trás de acontecimentos importantes como o Descobrimento do Brasil, a Inconfidência Mineira, a Independência do Brasil, entre tantas outras que jamais supomos terem recebido influência divina; como se a história material e a espiritual não ocorressem simultaneamente, uma em concordância da outra sob a aplicação da vontade suprema.

Talvez aqueles espíritas que conheçam o livro “Brasil, Coração do Mundo e Pátria do Evangelho”, do espírito de Humberto de Campos e psicografado por Chico Xavier, já tenham compreendido que tudo está nas mãos e no meigo coração de jesus e, que portanto , embora não sejamos “marionetes da vontade divinas”, somos sempre intuídos em nossas ações.

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A história espiritual narrada por esse valoroso e incontestável espírito, afirma que Jesus , de volta ao mundo espiritual, por volta do ano de 1.370 esteve reunido com os espíritos dirigentes do planeta para transplantar a árvore do evangelho que havia sido plantada na palestina para outro local – O Brasil -, e ,que a terra que recebesse tal árvore , teria o formato geográfico de um coração e que sobre seu céu , seria designada a constante marca da cruz de estrelas , para ser reconhecida como a terra onde o amor , o perdão das ofensas , o trabalho e a caridade seriam definitivamente instaurados.

Desta forma podemos concluir que tudo é criteriosamente planejado no mundo espiritual e com grande antecedência para que os espíritos envolvidos estejam aptos a assumirem sua nova performance.

Para que o Brasil entrasse para os anais da história, encarnaram em Portugal os maiores conhecedores e amantes do mar ,entre eles a destacada figura do espírito de Hilel – fiel seguidor de jesus – que reencarna como Dom Henrique de Avis-quinto filho do Rei Dom João I –que fundou a Escola de Sagres e que teve o auxílio de mentores espirituais que escolheram os fenícios para voltar ao planeta e darem o impulso necessário à navegação.

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A história espiritual nos relata que Pedro Álvares Cabral, durante a travessia do Atlântico, teve suas noites povoadas de sonhos sobre uma nova terra. Essas visões do plano onírico tratavam-se de influencias emanadas por mensageiros celestes que insuflavam em seu espírito o desejo de alcançar a terra onde a Árvore do Evangelho de Cristo seria transplantada.

O livro revela também que a Independência do Brasil, alcançada em 7 de setembro de 1822 , iniciou-se no dia 21 de abril de 1792 com a morte por enforcamento e posterior esquartejamento de Joaquim José da Silva Xavier – o Tiradentes – e, que atendendo ao plano de Jesus , veio a renascer no solo brasileiro para com seu determinismo e inteligência à serviço da paz e da não violência, incentivar no povo a firme ideia da liberdade.

Por sua lealdade a pátria, Tiradentes seguiu logo que desencarnou por uma estrada luminosa, afastando-se do local do suplício e, desta forma, foi poupado de contemplar o esquartejamento do próprio corpo em praça pública. Recebido pelo mentor espiritual do Brasil – espírito Ismael – foi esclarecido que naquele resgate estava ele pagando débitos que havia contraído quando fora um inquisidor da Igreja Católica; e que se no corpo carnal não conseguira alcançar a tão almejada independência da pátria amada, teria ele uma participação ativa nos 30 anos vindouros em que auxiliaria na montagem do cenário para a Independência do brasil.

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A história espiritual revela ainda que a doença mental que causa a interdição da rainha de Portugal Dona Maria I – mãe de Dom João VI e que era o pai de Dom Pedro I – iniciou dias após o enforcamento de Tiradentes; doença essa provocada pelo remorso pelas incontáveis mortes que autorizou.

Fato que elucida o afastamento da rainha e a solicitação de Portugal para que Dom João VI se apresentasse imediatamente e assumisse o trono vago; deixando nas terras brasileiras que ele tanto admirava, seu filho Dom Pedro I que em 09 de janeiro de 1822 dá sinais da tão almejada Independência ao responder ao povo: – “Diga ao povo que fico!”

Outra revelação espiritual é que o espírito de Tiradentes inspirou no coração de dom Pedro I a incontrolável vontade e coragem de libertar o Brasil do poderio de Portugal para que pudesse construir o seu futuro livremente a partir de 07 de setembro de 1.822; sendo que ele estava presente – em espírito – e junto ao imperador no dia do grito do Ipiranga, no famoso: “Independência ou Morte”.

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Essas histórias contadas pelos espíritos nos levam a crer que o mundo tem seus anjos tutelares e que eles estão constantemente trabalhando e que jesus está vivo e próximo de nós; que ele tem planos para nós e que estando em seus planos estamos sempre sendo chamados a servir.

Precisamos nos preparar e preparar nossos jovens e crianças. Somos considerados o país mais espírita do mundo, o mais católico do mundo e tudo indica que logo receberemos o título de país mais evangélico do mundo; Contudo nos resta perguntar: Será que também seremos conhecidos como a nação mais evangelizada do mundo?

A liberdade dos que renascem em nossa pátria pode ser decantada em prosa e verso na letra e música do hino nacional, que certamente é fruto de inspiração das esferas angelicais.

A veracidade das informações do mundo espiritual tem auxiliado a história tradicional na elucidação de fatos tidos como “sem registros ou explicação”; Não demorará o dia em que os nossos historiadores se beneficiarão de muitas destas informações e tudo encaixará perfeitamente trazendo o sentido que faltava.

Assim sendo, fica expresso nessas linhas o nosso convite para que conheça um pouco mais sobre essa bela lição da história espiritual do Brasil, assistindo a Vídeo-palestra Brasil Coração do Mundo – Pátria do Evangelho, com Haroldo Dutra Dias.

Bençãos.


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